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Práticas BDSM

Atualizado: 21 de Ago de 2020

BDSM é um acrônimo para Bondage (escravidão, servidão, submissão), Discipline (disciplina), Dominance (dominação), Submission (submissão), Sadism (sadismo) e Masochism (masoquismo).


BDSM se refere a um conjunto de práticas sexuais que envolvem dominação, submissão e dor/prazer com consentimento dos envolvidos.


De acordo com o “Journal of Sex Research”, aproximadamente 47% das mulheres e 60% dos homens já fantasiaram sobre alguma dominação sexual. Mais mulheres e menos homens têm ideia de serem dominados. O mesmo estudo mostra que quase 47% dos adultos gostariam de participar de alguma atividade sexual não tradicional e que 33,9% já fizeram isso pelo menos uma vez.


Estas práticas de dominação, submissão, dor/prazer são muito antigas, remontando aos tempos antigos gregos e romanos. O próprio Kama Sutra, um guia sexual escrito há mais de 2000 anos, aborda estas práticas.


“BDSM” greco-romana:

Esta imagem mostra um ritual “BDSM” em que jovens garotas eram iniciadas nestas práticas. Não sabemos do fator consentimento nesta época. Ressaltamos que estimulamos apenas relações consensuais!


Representação grega de 510 a.c de práticas de dominação e submissão.


Kama Sutra:

Esta imagem se refere a uma das práticas de dominação, submissão, dor e prazer que são retratados neste livro clássico. Já neste livro o consentimento é debatido, com apoio das práticas somente com o consentimento das mulheres.


As práticas atualmente conhecidas como BDSM são muito antigas e presentes em várias culturas, desde o gregos aos japoneses. Isso demonstra esta natureza comum no ser humano: do prazer em dominar e/ou ser dominado sexualmente.

BDSM é considerado doença mental?


Os especialistas eram duvidosos sobre esta questão. Mas a Associação Americana de Psiquiatria tirou o estigma disso no seu manual de desordens mentais. A diferença entre o doentio e o diferente é, segundo a Associação, o consentimento. Para a associação estas práticas demonstram doença mental quando as pessoas forçam as outras a fazer isso.


Outra questão é o grau, a intensidade com que se faz certas práticas. Muitas pessoas gostam de uns tapas, de umas algemas, mas machucar até sangrar, cortar ou aleijar claramente foge do diferente é vai para o doentio.


Os estudos científicos apontam que a ideia de BDSM é simplesmente uma questão de interesse sexual ou subcultura de uma minoria, e que a maioria dos participantes não têm patologias ou passado de abusos ou dificuldade de “sexo normal”. Se você sente prazer nestas práticas, gosta da ideia e faz com consentimento, aparentemente você é apenas diferente, mas não doente.


Estudos do Jornal de Medicina Sexual mostram boa saúde mental destes praticantes (https://www.jsm.jsexmed.org/article/S1743-6095(15)30447-1/abstract). Os resultados da pesquisa mostram características psicológicas positivas dos praticantes de BDSM em relação ao grupo de controle. Por exemplo: menos neurose, são mais extrovertidos, mais abertos a novas experiências, mais conscienciosos, menos senso de rejeição, têm mais bem-estar, embora menos agradáveis. Os pontos positivos foram maiores para os dominadores do que para os submissos.

Agora vamos apreciar umas práticas BDSM realizadas atualmente!

Adriana Chechik:



Humilhação pública:



Remy Lacroix:



Amarradas curtindo gangbang:



Com vibrador vaginal, anal e choques:



Chanel Preston:

Amarrou a amiga, dominando e fudendo sua xoxota com pau de borracha.



A chefe-danada:



A chefe comendo o cu da funcionária e fazendo fisting:



Professora dominando a aluna:


Suruba com as amigas (Chanel Preston, Valentina Nappi e Serena Blair):


Dominando, comendo e sendo comida pelo paciente amarrado:



Charlotte Sartre:

Dominada pela amiga:



Amarrada de cabeça para baixo:



Dominando, fudendo e sendo fodida pelo seu esposo (casados na vida real):


Dominação e submissão recíprocas com o marido:


Simulação de abusos:



Sendo dominada pelas amigas:



Dominando os amigos:


BDSM em gangbangs:


BDSM Lésbico:

As práticas de dominação/submissão feminista de mulher com mulher é um tapa na cara do discurso feminista radical sexual contra os homens, pois a natureza de dominação e submissão é algo comum a todos os gêneros! As mulheres também adoram dominar outras mulheres!



Texto por Augusto Critilo - Insinuant Magazine

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